|
0 produtos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Carnaval 2012: Não abriremos entre os dias 20/fev (segunda) e 22/fev (quarta), mas as compras no site, pagamentos e emails serão processados e respondidos normalmente. Home / motos
Produtos
Flexíveis de Freio RCA
Nossos
flexíveis são pré-montados nas medidas de cada moto ou
medida e
suportam trabalho sob temperaturas contínuas entre -70 e +260 ºC ( vão
de Ushuaia ao
final do "S" de Interlagos! ) mantendo a segurança. O acabamento
externo resiste sem alteração entre -20 e +120 ºC. Podem ser dobradas
em curvas de até 30
mm de raio e são mais finos (externamente) que os originais de
borracha, o que garante fácil instalação na motocicleta. Na maioria dos veiculos os flexíveis orginais são em borracha. Este material, porém, expande-se internamente sob pressão. Em valores volumétricos algo em torno de 10% quando novos (NBR 13477) a 30% (10 anos de uso com fluido DOT4, por nossa experiência). Outra característica da borracha é que esta é parcialmente permeável ao ar, além de ser atacada pelo fluido de freio, assim contaminando este com umidade (do ar) e resíduos de borracha. Vem dai a recomendação das fábricas para que os flexíveis sejam trocados a cada 4 anos e o fluido a cada ano. Por outro
lado, os
flexíveis
fabricados com teflon e malha de aço (sem borracha, como os da
RCA) tem expansão desprezível - da ordem de 0,001% (novos) e
0,1% (após 10 anos sob o mesmo DOT 4), são 100% impermeáveis
ao ar e à umidade e não são atacados pelo fluido de freio, seja este de
qual categoria DOT for. Já
experimentou tentar
aliviar a frenagem após a roda travar com o sistema original em
borracha? Não
adianta apenas diminuir a pressão no manete ou pedal - a roda continua
travada, é preciso soltar o freio e reiniciar a frenagem. Por todo esse
tempo o freio está todo ou parcialmente solto (apesar disso
possivelmente travando a roda). Com os flexíveis que fabricamos o
piloto consegue modular o freio, trabalhando na iminência do travamento
mas sem atingir esse, aproveitando todo o atrito do pneu em
relação ao solo, por todo o período da frenagem - é esse o segredo!
Apenas a cor (transparente brilhante ou preto fosco) do revestimento externo da mangueira. A mangueira, assim como terminais, acabamentos, método de fabricação, desempenho, preço, etc. são iguais entre as duas opções de cor. O acabamento transparente tem alguma sensibilidade à luz solar e solventes, tendo a se tornar fumê. O preto, por outro lado, não é afetado por esses fatores.
O stress mecânico e a corrosão galvânica acontecem ao mesmo tempo, um potencializando os malefícios da outra, acelerando o aparecimento de fissuras no material. (foto real ao lado). O uso do alumínio em terminais de freio é para ambiente de pista (corridas), onde o flexível é trocado por precaução, após uma ou duas temporadas. Para uso nas ruas a regra é a mesma: Pode ser utilizado, mas sabendo que sua vida útil é limitada. Flexíveis - Instalação
Dicas de Instalação - Flexíveis - O mecânico sangrou direito? Perguntamos isso pois não basta abrir o sangrador e apenas ir completando o fluido no reservatório. O ar se acumula nas partes mais altas, e isso inclui curvas do flexível com ápice acima do parafuso que liga o flexível ao cilindro mestre e a parte que fica dentro da pinça, porém acima do sangrador. Em algumas motos (XT600E e Canyon500, p. ex.) é preciso soltar as pinças de freio e colocá-las de tal forma que o sangrador seja efetivamente a parte mais alta. - O meio mais fácil de sangrar um sistema de freio é usando uma seringa de 20 ml (a venda nas farmácias), sem a agulha, e um pedaço de mangueira plástica fina (a venda nas motopeças como "mangueira de respiro"). Instale todo o sistema nos lugar - cilindro-mestre, flexíveis e pinça, já apertando os respectivos parafusos com o torque indicado no manual da moto. Deixe o cilindro-mestre sem a tampa do reservatório e abra o sangrador da pinça de freio. Coloque um pequeno pedaço da mangueira na ponta da seringa e a encha de fluido. Coloque a ponta da mangueira/seringa no sangrador e delicadamente (para minorar a formação de espuma) vá enchendo o sistema "da pinça para o cilindro-mestre". Veja que no final é costume o fluido espirar do reservatório do cilindro-mestre (ou transbordar). Cheio o sistema, feche a tampa do reservatório do cil. mestre, o sangrador, retire a seringa e aguarde uns 20/30 minutos para que alguma eventual espuma se dissipe. Faça uma rápida sangria "tradicional" e está pronto. - A regulagem do manete muda um pouco. Como o tubo não é expansível, o curso do manete diminui. Assim, o parafuso de regulagem deve ficar um pouco "enforcado", pressionando de leve o cilindro mestre, mesmo na posição de descanso do manete (mas a roda continua livre!). Em alguns casos de manetes paralelos, pode ser necessário um pequeno ponto de solda na parte onde o manete encosta no interruptor do freio (fim de curso do manete) para que a luz do freio seja corretamente acionada. - O fato de o flexível em teflon "envergar" ao ser pressionado o manete é normal. Isso é devido ao tubo ser rígido porém estar curvado. Quando a pressão interna aumenta todas as paredes do tubo sofrem igual força e isso tende a he dar forma retilínea. - É importante lembrar que não adianta sangrar um sistema de freio cujo fluído esteja contaminado, pois por melhor que seja feita a sangria, quando a temperatura da pinça de freio aumentar o fluído irá gerar vapor e o freio tornará a se mostrar "borrachudo". Sangrando o Sistema de Freio A cada dois ou três anos é necessário trocar o fluido de freio. Esse é a rotina mais fácil em relação aos freios: basta colocar uma mangueira plástica no sangrador da pinça de freio e a outra ponta dessa mangueira numa vasilha. Abra a tampa do reservatório dianteiro/traseiro e vá 'bombando' o freio e completando o fluido no reservatório. Verá que o fluido novo tem uma cor diferente do velho, e quando não sair mais fluido antigo o sistema está "lavado" (usa-se fluido novo para 'lavar' o sistema). A sangria 'tradicional' é dessa mesma forma, mas com o sangrador fechado (e fluido no reservatório) aperta-se o manete ou pedal e faz-se um movimento de abrir e fechar o sangrador de forma que as bolhas de ar dentro da pinça saiam para a mangueira e não voltem para o sangrador. Tem de ser um movimento rápido porque apenas alguns mililitros são movimentados a cada vez que se aperta o freio. Quando não saírem mais bolhas o sistema está sangrado. Ao alterar a especificação do fluido deve-se fazer passar o novo fluido pelo sistema de freio até retirar todo vestígio do antigo. Quando se troca o flexível, a melhor maneira de encher o sistema com fluido é usando uma seringa ligada ao sangrado por uma pequena mangueira (vendida nas motopeças em várias cores), injetando o fluido da pinça para o cilindro-mestre. Depois sangra-se como no parágrafo anterior. Veja que o flexível de freio pode reter bolhas de ar nos locais onde forma uma curva com a 'barriga' para cima, como acima do guidão da Lander. Para evitar isso solte o flexível na base da suspensão e puxe-o para baixo. Outro detalhe é o parafuso oco de saída do cilindro-mestre, que deve 'apontar' para baixo, evitando que uma bolha fique presa dentro dele. Eventuais bolhas que chegarem ao cilindro-mestre serão eliminadas por um furo em sua base que as direciona para o reservatório de fluido conforme o freio é usado. Nesse caso, pode ocorrer de inicialmente o freio parecer 'borrachudo' e após algumas frenagens reais (com a moto se movimentando em todos os eixos) essa sensação desaparece. Estando o cilindro-mestre aberto, cubra-o com um pano limpo e sem pelos, assim evita-se algum respingo de fluido na pintura e também a entrada de alguma impureza. Fluidos de Freio Há basicamente dois tipos de fluidos de freio: Os baseados em glicol (DOT 3, 4 e 5.1) e os baseados em silicone (DOT 5). Ambos os tipos, glicol ou silicone, tem prós e contras, porém todas as motos modernas usam os baseados em glicol (DOT 3, 4 e 5.1). O DOT 5.1 é a melhor opção de upgrade para motos que originalmente utilizam DOT 3 ou DOT 4. Basicamente, quanto maior o número DOT, maior é o ponto de ebulição do fluido, e mais caro também. O DOT 3 é o fluído básico e muitas motos saem de fábrica com ele, enquanto que o DOT 4 é superior em termos de ponto de ebulição e contém aditivos para que a água eventualmente absorvida não altere tanto suas características como ocorre no DOT 3. O DOT 5.1 é um fluido baseado em glicol que devido à forte aditivação apresenta as boas características dos fluidos baseados em silicone (alto ponto de ebulição, baixa característica higroscópica, baixa agressividade à pintura e à borracha) sem os mesmos inconvenientes deste (alto preço e difícil fornecimento). O fluido DOT 5 é baseado em silicone, criado em meados da década de 70 e atualmente de uso restrito à veículos militares e embarcações. Esse fluido não é higroscópico e não mancha a pintura, mas apresenta um grande inconveniente: Se por ventura alguma umidade penetrar no sistema (através da borracha dos flexíveis, condensação, etc.), esta se concentrará na parte mais baixa do sistema, que nas motos é a pinça de freios - e também a parte que mais se aquece, causando corrosão e 'fervendo' logo acima dos 100ºC., e por isso não é recomendado seu uso em motocicletas e carros.
Pastilhas e Lonas de Freio
Quais os Tipos de Pastilha de Freio? Esta linha foi descontinuada, sendo substituída pela semi-metálica (abaixo)
Semi-Metálica (ou ‘organometálica’) – Estas pastilhas tem, tipicamente, latão, bronze e/ou alumínio adicionados em diferentes proporções à resina, de forma à incrementar suas características em altas temperaturas e a resistência mecânica do composto. São pastilhas excelentes para o uso no dia-a-dia de motos pequenas e médias (50 a 200 cc.). Em relação às orgânicas, tem um custo pouca coisa superior – largamente compensado pela maior durabilidade, eficiência e sensibilidade sem que gerem desgaste adicional no disco de freio. Ao final, suas qualidades estão tornando-as padrão no uso diário nessa faixa de cilindrada. A maioria dessas motos saem de fábrica com este tipo de pastilha, além de motos maiores usando pastilhas com este conposto mas uma grande área de contato - como várias Harley-Davidson. ![]() ![]()
Palhetas Cuidados com as Palhetas
Defeitos e Falhas em Palhetas de Parabrisa ![]() Baterias As baterias veiculares tem duas grandes funções: A mais importante é fornecer a energia necessária para que o motor inicie sua operação, e a segunda é estabilizar o sistema elétrico, minimizando grandes flutuações de tensão. Investir em uma bateria de qualidade não só garante partidas mais fáceis, especialmente em motores grandes, mas também prolongará a vida dos componentes elétricos. Isso se refletirá em economia já no médio prazo. Qual a bateria correta para seu veículo? Essa informação está no manual da moto e também na página da cada modelo na nossa loja on-line. Outra fonte de informação, porém nem sempre confiável, são os dados impressos na bateria antiga. Há três tipos diferentes de baterias: Convencionais, Convencionais seladas (ou "livres de manutenção") e Gel. As baterias convencionais são aquelas em que é facilitada a ação de completar o nível da solução ácida com água destilada. Esse tipo de bateria é fornecida seca e acompanha flaconetes com a solução já pronta, na quantidade correta ou sobrando. Após encher as células com a solução fornecida, a bateria deve ser deixada parada por 01 (uma) hora, para que o processo de ativação se opere. Após isso ela estará com aproximadamente 70% de sua carga total - o suficiente para dar partida no motor e este terminar o processo de carga durante o uso. O nível de solução deve ser conferido após a ativação, e completado com água destilada se necessário. O uso da bateria sem aguardar o processo de ativação ira gerar sobreaquecimento e perda da vida útil desta, pois como haverá pouca carga, o regulador de voltagem desviará ininterruptamente toda a potência disponível no sistema de carga da moto para a bateria - mais do que ela pode absorver sem comprometimento. A cada mês ou pouco mais o nível de ácido em todas as células deve ser conferido e completado, se necesário, com água destilada. Esse momento é oportuno para certificar-se que os terminais estão bem conectados e sem oxidações - isso se aplica a todos os tipos de baterias. O segundo tipo de bateria são as seladas ou ´livres de manutenção´. Estas baterias são iguais às convencionais, mas suas células são fechadas por uma tampa hermética colada e/ou prensada. Há também a adição de uma válvula de segurança ao corpo da bateria. O princípio de funcionamento é o mesmo, mas quando há aquecimento, ao invés do vapor d`água ser perdido para o ambiente, ele fica retido dentro da caixa da bateria. Somente se a pressão for muito grande é que parte desse vapor é perdida. Com o tempo este tipo também fica com baixo nível de solução, e é comum serem abertas (se possível) e completadas com água destilada - uma ação não recomendada pelos fabricantes mas que efetivamente aumenta a vida útil da bateria. As bateria seladas também devem ser ativadas, e da mesma forma que as convencionais após esse processo sua carga será de aproximadamente 70% da máxima, permitindo a partida do motor para que este complete a carga durante o uso. As baterias de Gel são as mais modernas, e atualmente não são muito mas caras que as convencionais. Nelas o ácido está na forma de gel, o que traz várias vantagens: Não há decantação (que diminui a capacidade da bateria durante sua vida útil), já vem ativadas de fábrica, maior resistência à temperaturas muito frias ou muito quentes (faixa de uso contínuo: -40 à +50 graus celsius), maior durabilidade (pode chegar ao dobro das convencionais) e maior amperagem em relação ao tamanho e peso. Uma vantagem adicional é que o lojista pode enviar estas baterias já carregadas e testadas, e são mais resistentes às solavancos do transporte - diminuindo em muito o Incômodo (ao clinete) das trocas em garantia. Baterias - Dicas Antes de instalar sua nova bateria, certifique-se que o sistema elétrico do veículo está em boas condições. Se sua bateria anterior durou muito menos que o esperado ou apresentou defeito repentino, há grande chance de a nova ser afetada pelo mesmo problema. Rapidamente seu mecânico de confiança pode testar as bobinas do estator, fugas de corrente, retificador e regulador de voltagem. Outras dicas importantes são:
|
BLOG DA RCA
Viajando de moto com amigos, curtindo com a
família ou até mesmo trabalhando, espero que o feriado tenha sido bom ... ler mais
A maioria das fotos mostradas no site da RCA foram tiradas por nós mesmos. Em
alguns casos foram fornecidas pelo... ler mais ver todos os posts | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
RCA Flexiveis de Freio e Motopeças - Av. Imperador Pedro II, 87 e 95 (sobreloja) (mapa) São Bernardo do Campo SP Fone: (11) 4123-3353 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||